Relaxa e Goza Brasil!

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sábado, 16 de junho de 2007

@@@ - Plano para agricultura comercial deve ter R$ 53 bi

“O financiamento do governo para agricultura comercial para a safra 2007/2008 deve ficar em R$ 53 bilhões. A indicação é que o volume do crédito agrícola para a agricultura comercial e o plantio familiar seja apresentado pelo Ministério da Agricultura no próximo dia 28, quando também vai ser anunciada a redução da taxa de juros.
Nas negociações com os ministérios da Agricultura e Fazenda, os produtores rurais reivindicam contratos com juros de 6%. A tendência, conforme informações de bastidores do governo, é de os encargos ficarem em 7%. Nos contratos da safra atual os encargos são de 8,75%.
Juntamente com o volume de crédito e encargos financeiros, o governo deve autorizar uma nova renegociação da dívida rural. Essa rolagem, contudo, não será generalizada. O Ministério da Agricultura vai dar preferência à rolagem das dívidas vinculadas a investimento e não a custeio.”

Luciana Otoni / Politicall.com

@@@ - PIB cresce 4,3% no primeiro trimestre do ano em relação a mesmo período de 2006

“O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 4,3% no primeiro trimestre de 2007 em relação ao mesmo período de 2006. Na comparação com o quarto trimestre do ano passado, a expansão foi de 0,8%. De acordo com os dados divulgados hoje (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o maior destaque na comparação com o quarto trimestre de 2006 foi para o setor de serviços, que apresentou elevação de 1,7%. A indústria ficou estável e teve variação de 0,3%. Já a agropecuária registrou queda de 2,4%.
O IBGE também verificou que, sob a ótica da demanda interna, houve incremento no consumo do governo, que subiu 3,5% no primeiro trimestre deste ano, após ter registrado queda de 0,2% no trimestre anterior. A Formação Bruta de Capital Fixo (investimentos) também cresceu 2,1%, seguida pelo consumo das famílias, que variou 0,9%.”
Agência Brasil
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Bernardo afirma que crescimento do PIB será maior no 2º trimestre

“O ministro Paulo Bernardo (Planejamento) acredita que o avanço da economia será mais intenso no segundo trimestre do ano e que a projeção de crescimento do governo, de 4,5% para 2007, será alcançada.
"Com certeza o segundo trimestre vai ter um resultado melhor, não só porque a base é fraca, mas porque está havendo uma aceleração. A nossa meta é de 4,5% e estamos apostando que vamos conseguir e, possivelmente, até ultrapassar", afirmou o ministro.”
Folha Online
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Consumo interno foi carro-chefe do PIB no 1º trimestre

“O crescimento de 6% no consumo das famílias no primeiro trimestre de 2007 ante igual período do ano passado foi o maior apurado pelo IBGE desde o primeiro trimestre de 2000. Esse foi o 14º resultado positivo trimestral consecutivo.
Claudia Dionisio, técnica da coordenação de contas nacionais do IBGE, explica que a expansão no consumo foi conseqüência do aumento da massa salarial real e do crescimento nominal de 24,6% do saldo de operações de crédito do sistema financeira para pessoas físicas. Ela explicou que "com certeza a demanda interna foi o carro-chefe" do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre deste ano.”
Último Segundo / AE
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Inadimplência no País tem queda de 7,5% em maio

“A inadimplência do consumidor caiu 7,5% em maio, na comparação com o mesmo mês de 2006, conforme a pesquisa divulgada nesta quarta-feira, 13, pela Serasa. Em relação abril, no entanto, houve alta de 6,8% da inadimplência da pessoas física em todo o País.
De acordo com a Serasa, a queda do indicador na comparação anual foi ocasionada pela elevação do nível de emprego e pela recuperação dos salários. Mas, segundo os analistas, a inadimplência continua em um patamar elevado.”
Agência Estado
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@@@ - Juros para pessoa física caem ao menor nível da história

“As taxas de juros cobradas nas operações de crédito para pessoa física caíram em média 0,54% em maio, mas a expectativa é de que os próximos cortes sejam ainda maiores. Apesar de a taxa do segmento ter chegado ao menor nível da série histórica (desde 1995), ainda está muito acima do desejado, a 133,44% ao ano.
Compilados pela pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), os dados refletem as seguidas quedas da Selic, que está em 12% ano, no menor nível histórico.
- A expectativa é de que as próximas reduções sejam superiores aos novos cortes da Selic, porque a taxa anual de juros ao consumidor ainda é de três dígitos - explicou o vice-presidente da Anefac, Miguel José Oliveira. - Esse movimento gera o aumento da concorrência entre bancos e financeiras, o que beneficia o consumidor.”

Raquel Abrantes / Jornal do Brasil

@@@ - Número de contas bancárias no País sobe 37% de 2001 a 2006

“O número de contas correntes nos bancos brasileiros cresceu 37% de 2001 a 2006, bem acima do aumento da população nesse período, de 7,4%, conforme estudo divulgado nesta quinta-feira, 14, pelo Banco Central (BC) no 6º Seminário de Microfinanças, realizado em Porto Alegre. No ano passado, o País tinha 59,5 milhões de contas correntes. Os bancos registraram ainda 77 milhões de contas poupança e 7 milhões de contas simplificadas.”
Agência Estado
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Concessão de crédito imobiliário marca R$ 1,438 bi e atinge novo recorde

“A concessão de financiamento imobiliário totalizou R$ 1,438 bilhão em maio, em novo patamar recorde neste ano, apontou a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança). Os empréstimos permitiram a construção e aquisição de 16,2 mil unidades, de acordo com a associação.
No acumulado de janeiro a maio, o total de recursos alocado foi de R$ 5,53 bilhões, número 70% superior ao registrado no mesmo período no ano passado.”
Folha Online
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@@@ - Popularidade de Lula deixa MST em crise, diz 'El País'

A alta popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva entre as camadas mais baixas da população vem reduzindo a capacidade do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST) de mobilizar esse grupo para suas causas, relata o diário espanhol El País em sua edição desta quinta-feira.
O jornal comenta que a crise no MST foi reconhecida pela própria liderança do movimento durante seu 5º Congresso, que se encerra na sexta-feira em Brasília.
“Os sem-terra admitem assim tacitamente que, sob a presidência de Lula, as massas pobres não estão dispostas a se mobilizar”, diz a reportagem.
“Isso se deve ao fato de que, segundo o dirigente do MST João Pedro Stédile, Lula conseguiu esconder os efeitos da crise ‘com o programa Bolsa-Família’, que concede ajuda econômica a cerca de 12 milhões de pessoas”, relata o texto.
Para o jornal, o congresso “está evidenciando uma crise de identidade no movimento”. “Não está sendo fácil para seus dirigentes traçar um caminho claro de ação para os próximos cinco anos.”

Da BBC Brasil

@@@ - Brasil avança no mercado dos indianos

“As empresas que atuam no Brasil no segmento de terceirização de serviços e softwares tanto para o mercado interno quanto para o externo - práticas conhecidas como outsourcing e offshore - passaram a investir grandes quantias para colocar o País em uma posição de destaque neste setor. Hoje, o Brasil detêm 2% deste mercado.Para entrar na disputa por este mercado, que atualmente está concentrado na Índia com cerca de 80% dos projetos de terceirização do mundo, empresas como a Tivit, o HSBC Global Technology e a própria indiana Tata Consultancy Services - com fortes operações por aqui - têm apostado em treinamento de profissionais, expansão do seu leque de ações e abertura de novas filiais."Embora a Índia tenha mão-de-obra barata e seja um centro de excelência em tecnologia, o Brasil tem como vantagens o fuso horário mais próximo aos países europeus e americanos, a boa localização geográfica e profissionais com experiência em linguagens de programação mais antigas, porém muito procuradas", ressalta Jacques Depocas, diretor do HSBC Global Technology, empresa de tecnologia do banco HSBC.”

DCI

@@@ - Promessa de campanha: Presidente inaugura 1ª plataforma feita no País

“Símbolo da campanha eleitoral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2002 e primeira plataforma de petróleo a ser construída com exigência de compras no Brasil, a P-52 foi entregue ontem à Petrobras com um preço cerca de 20% maior do que o estimado no início da obra. Segundo o gerente-executivo de engenharia da estatal, Pedro Barusco, as obras consumiram US$ 1,1 bilhão, contra os US$ 906 milhões constantes do contrato assinado em dezembro de 2003.
Em entrevista antes da cerimônia de batismo da plataforma, a direção da companhia negou, porém, que a decisão de construir a unidade no País tenha causado a alta de custos. "Foram três fatores: pequenos ajustes no projeto, variações cambiais e a alta nos preços do aço", afirmou o executivo, para quem a indústria naval brasileira já tem condições de competir com estaleiros internacionais. "Não é verdade que seja mais caro no Brasil. Na verdade, é mais barato", disse.”

Tribuna da Imprensa