"Os brasileiros que tinham caderneta de poupança à época do Plano Bresser, em junho de 1987, têm até o dia 31 de maio para pedir ressarcimento das perdas provocadas pelo pacote econômico. Segundo economistas, a reposição terá um valor máximo de 25%.
O assunto volta à tona no momento em que está para expirar o prazo para os que se sentiram lesados entrarem com ações judiciais. Em 31 de maio, o plano completa 20 anos, tempo máximo aceito pela Justiça para ações de ressarcimento.
A implementação do Plano Bresser modificou o indexador da poupança de OTN (Obrigação do Tesouro Nacional) para LBC (Letra do Banco Central). Ou seja, entre os dias 1º e 15 de junho, a poupança seria remunerada pela variação da OTN. Do dia 16 em diante, valeria a LBC.
Entretanto, a regra não foi respeitada na época, e os bancos trabalharam durante o mês todo usando o indexador que rendia menos, a LBC. Essa é a diferença de valores que as pessoas têm direito a receber.”
Agência Brasil
Relaxa e Goza Brasil!
domingo, 13 de maio de 2007
@@@ Jornal vê 'pessimismo extraordinário' em discurso do Papa
“Uma matéria publicada neste sábado no jornal italiano La Repubblica avalia que o papa Bento XVI demonstrou "extraordinário pessimismo" ao se reunir com bispos brasileiros, em São Paulo. Em um discurso de "tintas escuras", na definição do jornal, o Papa "pintou o mundo mau que agride a fé e atenta contra o celibato sacerdotal".
"Uma sombria tormenta balança a Igreja. Terríveis leis atacam a santidade da família, e as uniões civis a desintegram. Os jornais e a TV fazem graça do casamento e da virgindade", seria o cenário desenhado por Bento XVI, no entender do La Repubblica.
"A culpa é da sociedade moderna e seus quatro cavaleiros do apocalipse: o agnosticismo, o relativismo, o laicismo e o consumismo, destruidores dos valores morais e da tradição bíblica. E há um quinto: os meios de comunicação em massa."
Portal Terra / BBC
"Uma sombria tormenta balança a Igreja. Terríveis leis atacam a santidade da família, e as uniões civis a desintegram. Os jornais e a TV fazem graça do casamento e da virgindade", seria o cenário desenhado por Bento XVI, no entender do La Repubblica.
"A culpa é da sociedade moderna e seus quatro cavaleiros do apocalipse: o agnosticismo, o relativismo, o laicismo e o consumismo, destruidores dos valores morais e da tradição bíblica. E há um quinto: os meios de comunicação em massa."
Portal Terra / BBC
@@@ BRASIL - A REPÚBLICA LAICA DE LULA
“Lula compareceu ao encerramento do Forum Nacional de Tv's Públicas. Depois de ouvir o longo e profundo Manifesto produzido pela sociedade civil e que eu tive a honra de ler,Lula embrulhou o discurso escrito e fez um notável improviso do qual podemos destacar o compromisso com a televisão pública, o desaponto com a televisão aberta que não sabe promover o debate, a chateação com a televisão a cabo que oferece menos qualidade do que promete e a afirmação de que o Brasil terá uma televisão pública de interessante, de qualidade e LAICA.
Quando falou isso, a platéia de cerca de 500 pessoas caiu abaixo e aplaudiu com entusiasmo. Não era uma platéia petista,como afirmaram alguns jornais. Pelo contrário, era a platéia de todas as instituições: televisões estaduais, universitárias, comunitárias, coletivos. blogs, professores.”
Jorge da Cunha Lima / US
Quando falou isso, a platéia de cerca de 500 pessoas caiu abaixo e aplaudiu com entusiasmo. Não era uma platéia petista,como afirmaram alguns jornais. Pelo contrário, era a platéia de todas as instituições: televisões estaduais, universitárias, comunitárias, coletivos. blogs, professores.”
Jorge da Cunha Lima / US
@@@ Pesquisa mostra que emissoras públicas de TV não retratam a cultura negra
“A programação atual das três principais TVs públicas do país não refletem elementos da cultura negra e indígena. Este é o resultado de uma pesquisa da Fundação Cultural Palmares, que avaliou durante uma semana a programação da TV Cultura, da TVE Rede Brasil e da TV Nacional. O estudo foi apresentado durante os debates que marcaram o 1º Fórum Nacional de TVs Públicas, esta seman,a em Brasília.
A avaliação mostrou que apenas cerca de 4% da programação das três emissoras abordam em entrevistas, programas de auditório e telejornais elementos da cultura negra. Foram considerados assuntos étnico-raciais, religião, comida, música, dança e folclore, por exemplo, com foco na cultura negra brasileira ou estrangeira.
Na avaliação do autor da pesquisa, o cineasta Joel Zito Araújo, as emissoras públicas não têm se caracterizado pela diversidade, meta que devem buscar por definição. Além disso, a aparição de segmentos da população negra e indígena na televisão pública é muito pequena e pouco se diferencia do universo das televisões privadas, “onde negros e índios também estão fora das telas”.
Agência Estado
A avaliação mostrou que apenas cerca de 4% da programação das três emissoras abordam em entrevistas, programas de auditório e telejornais elementos da cultura negra. Foram considerados assuntos étnico-raciais, religião, comida, música, dança e folclore, por exemplo, com foco na cultura negra brasileira ou estrangeira.
Na avaliação do autor da pesquisa, o cineasta Joel Zito Araújo, as emissoras públicas não têm se caracterizado pela diversidade, meta que devem buscar por definição. Além disso, a aparição de segmentos da população negra e indígena na televisão pública é muito pequena e pouco se diferencia do universo das televisões privadas, “onde negros e índios também estão fora das telas”.
Agência Estado
@@@ 2010: Ciro, Aécio e Marta dão a largada
O ano de 2010 ainda está longe, mas 2008 está logo ali. E quem quiser disputar a sucessão presidencial ou nos Estados tem que começar a se posicionar no grid de largada até o ano que vem, já que as eleições municipais vão forçar definições partidárias e de alianças para os pré-candidatos. É por isso que, nos últimos dias, os principais candidatos a candidato a presidente deflagraram estratégias e movimentos no rumo do Planalto. Aécio Neves, por exemplo, reaproximou-se de Lula e flertou com o PMDB, numa espécie de aviso aos navegantes do PSDB que já dão como certo que seu candidato em 2010 será José Serra. Ciro Gomes, depois de uma conversa com o presidente da República, baixou o tom em relação ao PT e começou a trabalhar ativamente numa aliança com os petistas de Minas Gerais. Marta Suplicy iniciou um roteiro de viagens pelo país como ministra do Turismo. E Lula? Puxa os cordéis de todas essas candidaturas, alimentando ambições mas, ao mesmo tempo, pisando no freio da própria sucessão.
- Acho perfeitamente natural e legítimo que o PT queira ter candidato em 2010 - diz o pré-candidato Ciro Gomes, que arrefeceu o discurso em relação ao PT e aos petistas.”
Helena Chagas / Jornal do Brasil
- Acho perfeitamente natural e legítimo que o PT queira ter candidato em 2010 - diz o pré-candidato Ciro Gomes, que arrefeceu o discurso em relação ao PT e aos petistas.”
Helena Chagas / Jornal do Brasil
@@@ Não basta jogar pedras
Os críticos da classe política brasileira ganharam mais munição nesta quarta-feira depois da demonstração de falta de decoro de alguns deputados. Os colunistas a serviço de interesses patronais (ou pessoais) certamente vão deitar e rolar e dirão que estão certos quando colocam todos os parlamentares no mesmo cesto de frutas podres.A postura preconceituosa do deputado Clodovil Hernandez, que chamou de prostituta a uma colega da Câmara, a deputada Cida Diogo, durante uma discussão sobre o comportamento das mulheres, gerou mal estar no plenário e a reação das demais deputadas que já pediram a cabeça do representante de São Paulo, por quebra de decoro. O pedido foi aceito pela Mesa e Clô, para os íntimos, pode ir mais cedo para o chuveiro, pois esta não é a primeira confusão que cria. Foi mais um dia de circo no Congresso, com Clodovil acuado no fundo do plenário e a deputada buscando atendimento médico depois de uma crise de choro.A Câmara dos Deputados, tão desrespeitada e desmoralizada pela população, representa um micro universo da sociedade brasileira. Os 513 deputados estão confortavelmente instalados em seus gabinetes em Brasília porque foram escolhidos democraticamente pelos mais de cem milhões de eleitores brasileiros. Os mesmos que depois se voltam contra ela.”
Eliakim Araújo / Direto da Redação
Eliakim Araújo / Direto da Redação
sexta-feira, 11 de maio de 2007
@@@Governo de SP corta cerca de 60% de projetos culturais e demite trabalhadores
A Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo reduziu cerca de 60% das Oficinas Culturais realizadas em todas as regiões nesse primeiro semestre de gestão do governador José Serra. Diversos centros culturais já sofreram com uma forte onda de demissões e redução das atividades
Sob alegações de ajustes na máquina pública e de que havia excesso de pessoal ineficiente afetando a qualidade e a quantidade de atividades ofertadas, o novo Secretário de Estado da Cultura de São Paulo, João Sayad, cortou algo em torno de 60% dos trabalhadores envolvidos e dos projetos selecionados. Na Oficina Cultural Regional Patrícia Galvão, que administra os trabalhos da Secretaria de Estado da Cultura na região metropolitana da Baixada Santista, por exemplo, de 14 funcionários diretos, seis foram demitidos no fim de março e cumpriram aviso prévio em abril. Além disso, de cerca de 60 projetos selecionados, apenas 24 foram contemplados. Em Limeira, em março, houve a tentativa de se fechar a Oficina Regional Carlos Gomes. Uma mobilização por abaixo-assinados, no entanto, reverteu a situação, mas houve demissões.As Oficinas Culturais do Estado de São Paulo foram criadas em 1983 na gestão de Franco Montoro. Hoje, a administração está sob o comando de uma Organização Social, forma encontrada pelo governo de Geraldo Alckmin de regularizar a situação de funcionários sem contratos ligados à Secretaria de Cultura.Em entrevista à Carta Maior, em balanço final de gestão, o ex-secretário João Batista de Andrade justificou a terceirização dos serviços: “A máquina pública tem muitos problemas desse tipo. Um problema grave aqui era a questão dos credenciados, tinha muita gente trabalhando na Secretaria sem concurso público e sem contrato. O Ministério Público fez um acordo com a gente e, em abril, conseguimos resolver. (...) A melhor maneira era a política de utilizar as Organizações Sociais. Ou então continuaríamos ilegais” (Leia a entrevista na íntegra aqui).Desde abril de 2005, a Associação Amigos das Oficinas Culturais do Estado de São Paulo (www.assaoc.org.br) passou a administrar todas as oficinas, a Casa Modernista, as parcerias entre entidades e municípios e os projetos Barracão, Bem-Te-Vi, Quilombos, Talentos Especiais e Todos os Cantos. Ao todo, são 19 Oficinas.
Carlos Gustavo Yoda – Carta Maior
Sob alegações de ajustes na máquina pública e de que havia excesso de pessoal ineficiente afetando a qualidade e a quantidade de atividades ofertadas, o novo Secretário de Estado da Cultura de São Paulo, João Sayad, cortou algo em torno de 60% dos trabalhadores envolvidos e dos projetos selecionados. Na Oficina Cultural Regional Patrícia Galvão, que administra os trabalhos da Secretaria de Estado da Cultura na região metropolitana da Baixada Santista, por exemplo, de 14 funcionários diretos, seis foram demitidos no fim de março e cumpriram aviso prévio em abril. Além disso, de cerca de 60 projetos selecionados, apenas 24 foram contemplados. Em Limeira, em março, houve a tentativa de se fechar a Oficina Regional Carlos Gomes. Uma mobilização por abaixo-assinados, no entanto, reverteu a situação, mas houve demissões.As Oficinas Culturais do Estado de São Paulo foram criadas em 1983 na gestão de Franco Montoro. Hoje, a administração está sob o comando de uma Organização Social, forma encontrada pelo governo de Geraldo Alckmin de regularizar a situação de funcionários sem contratos ligados à Secretaria de Cultura.Em entrevista à Carta Maior, em balanço final de gestão, o ex-secretário João Batista de Andrade justificou a terceirização dos serviços: “A máquina pública tem muitos problemas desse tipo. Um problema grave aqui era a questão dos credenciados, tinha muita gente trabalhando na Secretaria sem concurso público e sem contrato. O Ministério Público fez um acordo com a gente e, em abril, conseguimos resolver. (...) A melhor maneira era a política de utilizar as Organizações Sociais. Ou então continuaríamos ilegais” (Leia a entrevista na íntegra aqui).Desde abril de 2005, a Associação Amigos das Oficinas Culturais do Estado de São Paulo (www.assaoc.org.br) passou a administrar todas as oficinas, a Casa Modernista, as parcerias entre entidades e municípios e os projetos Barracão, Bem-Te-Vi, Quilombos, Talentos Especiais e Todos os Cantos. Ao todo, são 19 Oficinas.
Carlos Gustavo Yoda – Carta Maior
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