Relaxa e Goza Brasil!

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quinta-feira, 3 de maio de 2007

@@@ Evangélicos pagam 66,7% do dízimo do país

Pesquisa da FGV mostra perfil econômico das religiões brasileiras. Católicos gastam 0,54% da renda familiar em contribuições à igreja

O brasileiro está mais religioso. Essa é uma das conclusões da pesquisa "A Economia das Religiões: Mudanças Recentes", que a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou nesta quarta-feira (2). Para o levantamento, a FGV comparou dados do Censo e da Pesquisa de Orçamento Familiar do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e entrevistou mais de 200 mil brasileiros sobre religiosidade e economia.
Segundo o levantamento, os católicos, embora representem 73,79% da população brasileira, respondem por 30,9% do total de dízimos - contribuições espontâneas para a igreja - pagos no país. A diferença acontece porque, embora o grupo represente 57,7% do total de contribuintes, as famílias doam, em média, 0,54% da renda.”

G1

@@@ Brasil e emergentes querem que países ricos assumam que poluem


O Brasil está fazendo um esforço diplomático juntamente com Índia, China e México para pressionar os países industrializados a reconhecer que historicamente eles poluíram mais do que as nações emergentes.


A articulação está em andamento nesta quarta-feira durante o terceiro dia da conferência que vai definir a versão final da terceira parte do relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês) da Organização das Nações Unidas (ONU).
Os quatro grandes emergentes querem incluir no texto oficial uma referência atribuindo aos países ricos responsabilidade pelo aquecimento global.”


Da BBC Brasil

@@@ Balança comercial de abril teve melhor desempenho no ano

“A balança comercial registrou saldo de US$ 4,203 bilhões no mês de abril, com aumento de 25,20% sobre o saldo do mês anterior e de 35,67% em relação ao mesmo mês do ano passado. Foi o melhor saldo mensal no ano, resultado de exportações no valor de US$ 12,449 bilhões contra importações equivalentes a US$ 8,246 bilhões.
No ano, o saldo comercial (exportações menos importações) sobe para US$ 12,986 bilhões, com crescimento de 4,34%, comparado ao primeiro quadrimestre de 2006, acima de todas as projeções oficiais e do mercado financeiro. O superávit (saldo positivo) é fruto de vendas externas de US$ 46,451 bilhões no ano, contra compras de US$ 33,465 bilhões.
São números crescentes nos dois sentidos de comércio. As exportações aumentaram 18,23% no quadrimestre, enquanto as importações cresceram 24,68%, como mostra boletim do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, liberado hoje (2) no endereço eletrônico www.desenvolvimento.gov.br, com números gerais da balança comercial de abril.”

Agência Brasil

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Entrada de dólares no País bate recorde em abril

“O fluxo cambial de abril ficou positivo em US$ 10,728 bilhões, de acordo com informação divulgada nesta quarta-feira, 2, pelo Banco Central. O valor é o maior da série histórica mensal do BC iniciada em janeiro de 1982. Antes desse resultado, o maior valor de fluxo tinha ficado em US$ 10,331 bilhões em março de 1998. No ano, o fluxo cambial está positivo em US$ 28,122 bilhões. Em igual período do ano passado, o fluxo cambial estava positivo em US$ 18,301 bilhões.
O resultado é formado, quase na totalidade, pelo saldo comercial do Brasil com o exterior. No mês passado, o segmento comercial obteve saldo positivo de US$ 9,827 bilhões. Esse foi o melhor resultado desde os US$ 10,063 bilhões de janeiro deste ano. No acumulado do ano, o fluxo comercial está positivo em US$ 30,465 bilhões. Em igual período do ano passado, o fluxo comercial estava positivo em US$ 16,946 bilhões.”

Agência Estado

@@@ Com a palavra, os acusados

Um enigma ainda desafia a história do Plano Real. Por que a insistência na valorização do real, em meio a três crises cambiais, entre o lançamento do plano, no segundo semestre de 1994, e a atropelada introdução do regime de câmbio flutuante, em janeiro de 1999?
Muitas respostas têm sido oferecidas a esta pergunta incômoda, mas nenhuma até agora foi convincente o bastante para deslindar o mistério. A última delas acaba de sair no recém-lançado livro do jornalista Luiz Nassif, “Os cabeças-de-planilha” (Ediouro, 320 páginas, R$ 39,90). A resposta de Nassif é das mais pesadas: o enriquecimento rápido e fácil de amigos e autores do plano.
“A razão é que, na partida, do Plano [Real], assim como Rui Barbosa, [os economistas do Real] não resistiram a, primeiro, dar a grande ‘tacada’ – expressão empregada pelo sócio e cunhado de Rui Barbosa, Carlito, e de uso corrente no mercado nos anos 1990, que serve para definir oportunidades únicas de enriquecimento fácil”, escreve Nasif.”

José Paulo Kupfer / no mínimo

@@@ Com mais vagas formais, cresce sindicalização

“O aumento do emprego formal e a busca dos sindicatos pela representatividade dos trabalhadores, exigência prevista na reforma sindical, resultaram na expansão do número sindicalizados no Brasil.Em 2005, 18,35% das pessoas ocupadas eram sindicalizadas. Esse percentual cresce desde 2001, quando a taxa era de 16,73%, mas ainda está longe da participação alcançada em 1989, de 28%, segundo dados disponíveis das PNADs (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) do IBGE.”

Folha Online

@@@ Rainha terá verba do governo para fabricar biodiesel


Líder dos sem-terra lança projeto no Pontal e anuncia parceria com estrangeiros para escoar a produção


“O líder do Movimento dos Sem-Terra (MST) José Rainha Júnior reuniu 3 mil assentados da reforma agrária ontem, em Mirante do Paranapanema, para lançar um projeto de biodiesel no Pontal, oeste do Estado. Sob uma lona de circo, montada no Assentamento São Bento, ele anunciou uma parceria inédita com empresas estrangeiras ligadas ao agronegócio para escoar a produção.De acordo com o líder sem-terra, o plano tem o aval do presidente Lula e prevê aporte de dinheiro público: o governo pagará um salário mínimo por mês a cada família participante e deve bancar ainda a instalação das lavouras, a um custo de R$ 50 milhões em dez anos. Será plantado o pinhão manso, oleaginosa que a Unicamp considera apropriada para ser cultivada na região.”


José Maria Tomazela / O Estado de São Paulo

@@@ Mídia Prostituta - Matéria-prima para "furos" jornalísticos

“A promiscuidade entre certos setores da imprensa diária e organizações patrocinadas pelos partidos de oposição ao governo Lula chegou a um ponto de saturação inigualável a qualquer período da República brasileira. O mínimo que se pode dizer é que essa prática é um desrespeito àquela atividade profissional. Para os mais críticos, porém, essa ação prepara terreno para um futuro golpe de Estado.
É possível dizer que no Brasil de hoje o que sustenta a normalidade democrática é o sucesso da economia, que se mantém firme. Se não tivemos grande desenvolvimento econômico, pelo menos nos últimos quatro anos a pobreza diminuiu. Enquanto isso, a classe média, empobrecida por conta de modelos econômicos e políticos praticados por décadas, reclama por uma diminuição do Estado brasileiro, ao mesmo tempo em que pede maior participação do governo na organização social, rumo à diminuição dessas diferenças. Nesse contexto, é preciso analisar a atuação da imprensa na fiscalização e discussão de cada ato desse mesmo Estado, mas, para isso, é preciso um mínimo de seriedade e profissionalismo. É aí que essa promiscuidade apontada acima vira destaque.”

Jair Alves / Observatório da Imprensa